sábado, 5 de dezembro de 2015

CCXP 2015 - Eu fui gritar I Love You.


Esse ano eu não ia na CCXP, fiz um intercâmbio para o Canadá (Veja aqui 1, 2, 3 , 4 e 5), o dólar está lá nas alturas e ano que vem promete ser um ano bem complicado.
Mas meu coração estava apertado, pedindo para eu ir lá gritar um "I love you" para o Frank Miller, David Tennant, Jim Lee…
Sabe, coisa de fã. Você entende como é isso? Então me dá um abraço.
Muito bem, a Comic Con Experience é um evento novo, ainda um bebê. Este ano foi a segunda edição. Tem coisa para melhorar? Sim, todos os eventos tem. Você vai encontrar diversos depoimentos. Mas, uma coisa eu garanto, nada melhor do que tirar as próprias conclusões.
Para quem quer aproveitar esses eventos, precisa de um choque de realidade antes de comprar os ingressos. A internet tá aí para pesquisar. Pergunte para quem já foi, veja as publicações do ano passado. Assim você vai ciente do que pode encontrar, ou do que melhorou.
A Panini está dando muitos descontos (na sexta-feira) e aceitou cartão de crédito sem cobrar taxa extra (o que é contra o código do consumidor).
Vi HQ que geralmente custa em torno de 120 reais no site por 60 reais, e a mesma, no Canadá, custava CAD 50,00. Eu vi figures que custa 200 reais na Liberdade, sendo vendida por 120 reais, na caixa e original. Funko de 70 reais, que era vendido por 80/90 reais no Anime Friends. Mas, vocês sabem, aqueles bonecos de edição especial são realmente caros.





O preço da comida, comparado ao ano passado, estava praticamente quase igual. Bebida também. Aliás, o preço está igual ao evento BGS que eu fui esse ano. Não que o preço é justo, mas eu já tenho um certo tempo em eventos grandes como esse, infelizmente, eles enfiam a faca. Mas sou da turma que leva lanche de casa. Levei água e refrigerante. Lá tem bebedouros e dá para encher a garrafinha.
O negócio é pesquisar antes de pagar, ver a forma de pagamento, se parcela e se tem juros. Exija seus direitos, o código do consumidor tá aí para ser seguido.
Eu vi coisas, vivi coisas, me diverti e soube aproveitar todas as oportunidades. Não deixe de entrar nas lojas e fuçar tudo o que eles oferecem, as filas as vezes parece enorme, mas vale a pena.
Mas tudo nessa vida pode melhorar. E houve algumas mudanças legais este ano, a melhor de todas foi o tapete vermelho onde os artistas passavam antes de entrar no auditório, e também o telão, onde pude acompanhar algumas entrevistas maravilhosas.















Uma coisa que não mudou nadinha, do ano passado para esse ano, foi a postura de alguns Staff. Falta de informação, falta de educação e falta de compreensão com os fãs. Nós somos responsáveis pelo evento ser o que é, afinal, se ninguém comprasse ingresso, não haveria CCXP. Então é preciso que todo mundo seja bem treinado, para que a experiência seja agradável.
Mais uma coisa, o Centro de Exposições Imigrantes, onde ocorre o evento, está em obras (Jura, Kori?). Pois é, um investimento de 300 milhões de reais do Governo do Estado de São Paulo. Dá uma lida nesse textinho aqui. Não estou querendo falar de política, é só compartilhando informações corretas, pois vi algumas pessoas colocando a culpa na organização da CCXP por coisas que eles não podem responder.
Essa é a segunda edição, obviamente ainda tem muito o que fazer para que tudo fique excepcional, e quem sabe a gente não precise mais sonhar em viajar para San Diego.

Ps.: Eu queria poder ter fotos magníficas dos artistas que eu vi e tive um mini ataque cardíaco, mas era questão de sobrevivência. Ou eu os paparicava, entrava em colapso, tirava fotos, respirava... enfim, tremendo só dava para falar para o Frank Miller que ele é o melhor! <3
Como eu disse, coisa de fã.


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