sexta-feira, 5 de junho de 2015

Resenha: Immortales


         
         Os vampiros estão cada vez mais destacados não somente na literatura, mas também no cinema e na televisão. Talvez pela abordagem misteriosa, aterrorizante ou sedutora que esses imortais possuem.
         As crenças populares ao redor do mundo são diversas, assim como as teorias de criação, morte, sobrevivência. Escritores como John Polidori e sua obra, O Vampiro. Lord Byron, Sheridan Le Fanu, Bram Stoker. Clássicos esses que, com certeza, inspiraram outros nomes tão famosos quanto, como Anne Rice, Stephen King, o brasileiro André Vianco, Giulia Moon, entre outros ótimos escritores.
         Existem vampiros para todos os gostos. É uma feira livre e você decide o time que vai vestir a camisa. E eu não estou aqui para influenciar ninguém, muito menos atacar a camisa dos vampiros que você decidiu honrar.
         Hoje eu vim vestindo a camisa de Immortales, um livro com 654 páginas, que conta a saga de uma raça vampírica em nosso mundo.
         A minha relação com Immortales não é somente de leitor, é mais que isso. Eu presenciei o nascimento dele. Quando Roxane, a autora, deu início a história, fui favorecida com trechos do livro, conforme ela escrevia. Além de ser boa autora, Roxane é uma pessoa maravilhosa e sabe como nos cativar com seus personagens encantadores.

         No livro Immortales existem oito Clãs, sendo que uma família é de vampiros e as outras sete famílias de imortais. Ou seja, os imortais são vampiros sangues puro. Para dar continuidade a raça, eles devem se casar com seus consanguíneos. Ambos, vampiros e imortais, não tem a permissão de morder humanos. Há leis severas criado por um conselho. Entretanto, como em toda sociedade, as regras existem para serem quebradas, e é aí que a história começa.
         Nesse mundo fantástico, você vai conhecer os guardiões Protettori, tanto imortais como vampiros, que são escolhidos para proteger as famílias.
         Elise, a protagonista que narra uma parte da história, é uma imortal da família real, sangue puro. Está prometida a Victor, seu irmão. Porém, não pode fugir do amor avassalador que sente por Edmund, seu primo, que também é de família sangue puro.          A história dos dois se desenrola através das páginas. Para quem gosta de romance, é um prato cheio. Eu fiquei hipnotizada pelo casal que estaria disposto a tudo para viver seu amor, até eu conhecer András, um Protettori que salva a vida de Elise.
         Outro personagem importante para a história é o pirata imortal Alejandro. Por este, você, com certeza, vai se apaixonar. Ele é peça chave para os acontecimentos da história, sendo o último remanescente de seu Clã. Junto, conhecemos Ellen. Uma humana que se apaixona pelo pirata imortal.
         Como visto, o romance impossível está no ar.

         A história da humanidade também é descrita na obra, vários trechos históricos são representados no livro. Inclusive a revolução Francesa. Talvez seja isso que mais me encante na história, a autora criou uma raça fantástica, e a introduziu no nosso mundo, de uma maneira perfeita. Com detalhes bem pensados e ideias criativas, sem dizer originais. Acho que isso é o que mais conta em uma história, você modelar da sua forma, os personagens, principalmente quando são figuras conhecidas das crenças populares.
         O que eu passei aqui não chega nem a 10% de toda a história. É preciso ler, para tomar suas próprias conclusões. Eu tive momentos de amor e ódio com os personagens, a interpretação é pessoal e intransferível. Por isso, se algo aqui lhe chamou atenção, sugiro que sacie sua curiosidade lendo o livro.

         Como amiga, eu desejo a Roxane o sucesso que ela merece. É uma escritora incrível, que me fascina. Seus personagens são carismáticos, odiados, amados, desejados. Que venham os próximos livros dessa grande escritora nacional, que está conquistando seu espaço.

Lançamento Bienal 2012


Eu estive no lançamento em São Paulo, e fiquei muito feliz de participar desse momento tão importante da minha amiga. Até minha filha que era uma baby conquistou a Bienal naquele ano.







Skoob: Immortales

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