quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Guia ilustrado: Capas no Paint


(Clique na imagem para visualizar em um tamanho maior)











(ATUALIZADO EM 2015: AGORA O NYAH SOMENTE ACEITA IMAGENS JPEG)


(ATUALIZADO EM 2015: AGORA O NYAH SOMENTE ACEITA IMAGENS JPEG)



(ATUALIZADO EM 2015: AGORA O NYAH SOMENTE ACEITA IMAGENS JPEG)







Depois desse guia eu quero ver muitas capas lindas no site.
Até mais queridos.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Decifrando o Rio de Janeiro: Aterro do Flamengo (Parte 1)

O parque dos gatinhos, é um jeitinho carinhoso da minha filha chamar uma área específica do grande Aterro do Flamengo. 

O parque estende-se do Aeroporto Santos-Dumont, no bairro do Centro, ao início da Praia de Botafogo, na zona sul, possuindo duas áreas distintas: a primeira no bairro da Glória sedia o Museu de Arte Moderna (MAM), o Monumento Aos Mortos da II Guerra Mundial, a Marina da Glória, o Memorial Getúlio Vargas, o Cine Glória, o Monumento à Estácio de Sá, a casa de shows Vivo Rio, a Avenida Infante D. Henrique, um restaurante e a pequena Praia da Glória, essa região é chamada Parque Brigadeiro Eduardo Gomes, o qual é o nome oficial do complexo. A segunda, separada da primeira por um pequeno quebra-mar localiza-se no bairro do Flamengo, e possui quadras destinadas à prática de esportes, o Museu Carmen Miranda, a Avenida das Nações Unidas e a Praia do Flamengo, sendo chamada propiamente de Parque do Flamengo. Em sua configuração atual, o parque foi inaugurado em 1965, com 1 200 000 metros quadrados. – Wikipédia.


Por todo o aterro você encontra animais abandonados, uma triste realidade que ocorre em qualquer cidade do mundo. Nesse local em especial, próximo ao Palácio do Catete, fica uma área onde muitos gatos vivem. Eu costumo ir lá passear com minha filha de manhã ou a tarde. Infelizmente aquela área esta um pouco abandonada. Talvez seja pelos moradores de rua que habitam ali. Afinal, é um parque aberto.
Eu não deixo de visitar o local por esse motivo. Nunca me desrespeitaram ou incomodaram, são pessoas como nós e quando você dá um simples “Bom dia” ou “Boa tarde” a sensação que tem é que eles se sentem reais e não fantasmas ignorados por todos.

Mas o objetivo desse texto não é esse, vamos falar dos gatinhos. (Felinos minha paixão, junto com coelhos)
Algumas pessoas costumam dar comida para os gatos, levar água e até mesmo alguns são levados ao veterinário. Os que podem, levam para casa. Eu bem queria pegar um, mas no momento to impossibilitada de adotar um animal de estimação. E é por isso que eu gosto de ir lá. Minha filha brinca com eles, e quando podemos, levamos ração também. É uma forma pequena, mas importante, de ajudar os animais. (Antes do discurso, nós ajudamos “homens” e “gatos”, até porque eu não acho que uma espécie é melhor do que a outra.)
Muitos gatos estão machucados. Conversei com uma senhora que todos os dias vai lá cuidar deles. Ela mesma leva os bichos no veterinário, mas não tem condições de manter em seu apartamento todos aqueles bichinhos. A senhora me contou que um dos gatos teve seus olhos queimados. Muitos filhotes abandonados e outros maltratados, chegam ali só para morrer. Meu coração deu um nó. Ela disse também que algumas fêmeas são castradas.
Alguns gatos são ariscos, até compreendo, pois passaram por situações desagradáveis. Outros são muito manhosos e adoram um carinho.

Algumas fotografias tiradas no local:








(Esse é o gato com os olhos queimados)



domingo, 5 de janeiro de 2014

Decifrando os leitores fantasmas

Decifrando os leitores fantasmas
Por Kori Hime

O primeiro comentário a gente nunca esquece. Ou esquece? Bem, o meu primeiro não foi grande. Não foi uma crítica construtiva ou negativa. Apenas um simples comentário de incentivo para postar o próximo capítulo o mais rápido possível.
Depois do primeiro, vieram mais... as vezes menos... Dois comentários, vinte comentários, mil comentários, um comentário...

Sete anos e alguns meses (ou dias) depois...

O contador de acessos do Nyah! Fanfiction trouxe uma questão amarga para alguns autores. Todos já ouviram, ou leram, sobre leitores fantasmas. Existem diversas postagens nos blogs da vida, sobre autores desabafando suas angústias por passar a madrugada escrevendo para receber poucos comentários, ou nenhum.

Pois bem. Eu decidi compreender melhor o que vem a ser leitores fantasmas. Até então temos a versão dos autores, mas nunca dos leitores. Até porque eles teoricamente não existe.
A primeira coisa que fiz foi um simples questionário de múltipla escolha, baseado nos sete anos de escritora e leitora de fanfics. Mas até mesmo eu tive dificuldades de obter respostas.
Muito bem, a segunda fase foi conversar com pessoas que não costumam comentar histórias.

Guri curioso: Espera, tia Kori. Se eles são leitores fantasmas, como você conseguiu encontrá-los?
Tia Kori: Os irmãos Winchester estavam me devendo um favor, então...




Como foi feito: Eu criei um questionário e mais de 120 pessoas responderam. Depois mostrei as respostas para os “fantasminhas” camaradas que Dean e Sam capturaram. Então eu filtrei as respostas mais comuns.

Quando você não comenta uma história?

Primeira Fase: Na primeira parte eu quero saber exatamente o que te leva a NÃO comentar em um CAPÍTULO de uma história que acabou de ler.

Os 25% que costumam ler as histórias pelo celular e não comentam, os fantasminhas dizem que:

a) Tem preguiça de digitar;
b) Esta lendo a história pelo celular escondido (escola, trabalho, etc);
c) Tem dificuldade de digitar no aparelho celular.

Os 23% que tem preguiça de digitar o comentário, os fantasminhas dizem que:

a) Preguiça de dizer porque tem preguiça;
b) Preguiça de pensar;
c) Preguiça e ZZZzzzzZZZzz.

Os 38% somei entre aqueles que “leram e não gostaram” e os que “leram pela metade”, os fantasminhas dizem que:

a) O capítulo não foi como esperado, não gostou do rumo da história;
b) Erros ortográficos;
c) Ocupado para continuar a leitura ou comentar.

E os últimos 14% alegaram que não são bons com as palavras, os fantasminhas dizem que:

a) Não sabe o que digitar;
b) Acha que o autor não vai gostar;
c) Não quer nem tentar.

Segunda fase: O que te leva a NÃO comentar uma história em NENHUM capítulo?

 Os 32% selecionaram a opção: Não gosto do gênero mas gostaria de saber como a história é. Os fantasminhas dizem que:

a) Leu só por curiosidade;
b) Leu e não comentou pois não gosta de comentar;

Os 23% selecionaram a opção: Tenho vergonha de que descubram que eu leio aquela história. Os fantasminhas dizem que:

a) Lê fanfics escondido dos pais;
b) Tem vergonha que os amigos descubram que leu aquele gênero. (Geralmente Yaoi ou Yuri);
c) Tem vergonha de comentar.

Os demais 45% dizem que: Não gosta do autor, acha que o autor não precisa de mais um comentário ou simplesmente nunca comenta uma história. Os fantasminhas dizem que:

a) Não gosta do autor porque acha ele arrogante, pois não responde os comentários;
b) A história já tem muitos comentários e por isso não precisa de mais um;
c) Não gosta de comentar.


Terceira fase: Como você classifica os seus comentários QUANDO você escreve um?

Do Questionário
%
Fantasmas grupo 01
Fantasmas grupo 02
São pequenos, mas diretos.
44%
Comenta só histórias que gosta.
Lê somente histórias de amigos.
São grandes e muito detalhistas.
43%
Comenta sempre.
Lê todos os tipos de gêneros.
São grandes mas ruins.
5%
Comenta as vezes.
Usa conta fake.
São pequenos e ruins.
8%
Comenta pouco.
Tem vergonha de comentar.

Quarta fase: A quarta parte foi uma mesclagem dos curtos reviews mais utilizados.



Quinta fase: Você acha que seus comentários podem motivar o autor a escrever mais e melhor?



Sexta fase: O que você acha de autores que só postam o próximo capítulo se a história ganhar X comentários?

Aqui a resposta era livre. Todos poderiam digitar suas respostas. Eu não posso apresentar a maioria das respostas porque a classificação do Texto pularia de “Livre” para “Por conta própria”.

Então eu dividi isso em um gráfico simples.

Aceitam
Fazem igual
Não Aceitam
Indiferente
23%
16%
49%
12%
Lê ou abandona
Comenta
Comenta
Não comenta
As vezes comenta


Conclusão

Eu ouvi (na verdade li) muitas pessoas, diferentes opiniões. Fiquei decepcionada em saber que o maior motivo para uma pessoa não comentar uma história é a Preguiça. Se eu tivesse adicionado a preguiça em todas as respostas, vocês iriam se espantar. Todas as pessoas me falaram que tem preguiça em um certo momento.

Como escritora, é claro que eu gosto de saber o que as pessoas acham das minhas histórias. Mas hoje em dia eu não me importo tanto assim com o número de comentários. Até porque, minhas histórias favoritas possuem somente 3 ou 4 comentários. Isso não me desanima como escritora, não são os números que me incentivam escrever. Você pode concordar ou discordar disso, afinal, cada um tem uma opinião diferente para compartilhar.

Dicas da tia Kori Hime

Sempre marque a história em Acompanhamentos. Assim você poderá ter o controle de quais capítulos já leu, para não ficar perdido.

Comentários curtos, mas bem escritos.

“Não sou bom com as palavras” “Não sei o que dizer”

Você não precisa ser um crítico literário, também não precisa ser monossilábico.
O Nyah ainda te ajuda a formular um comentário, então use e abuse disso:

Primeiro exemplo:







Os tímidos: Se você optar em criar uma conta fake para que ninguém descubra quem é você, lembre-se: os autores procuram por críticas construtivas, não agressivas.
Uma conta fake não te dá o direito de ofender alguém, respeito é bom e todo mundo gosta.


Dúvidas do Guri curioso:

Você já ficou com preguiça de Ler/comentar?
Geralmente quando estou cansada ou ocupada. Por isso prefiro deixar para ler depois.

Você comenta TODAS as histórias que lê?
Não. Nem dá. Eu leio muitas histórias no Nyah. Mas a maioria das vezes, leio porque ser moderadora do site me leva a isso. Não tenho tempo de comentar, já que estou trabalhando. Mas quando encontro uma história interessante, eu marco nos acompanhamentos para ler novamente com mais calma e comentar.

Você tem leitores fantasmas?
Claro, todos temos. Mas não tem problema.

Você fica brava quando alguém diz que não gostou da sua história no comentário?
Não fico brava. Todos temos opiniões diferentes, respeito isso. Mas não tolero ignorância.

Quando você não gosta de uma história, o que você diz?

Sou sincera e falo o que foi que eu não gostei.

***

Espero ter ajudado. Foi interessante falar sobre isso. Não quero acusar ninguém, ou colocar os fantasmas contra a parede, até porque eles atravessam as paredes.
Autores, vocês agora podem ter uma ideia do porque seus leitores são fantasmas, não os condene ou assuste. 
Leitores fantasmas, quando se sentirem a vontade para dar um nome ao seu espectro, tenho certeza que fará muito autor feliz.

Ando tendo umas aulinhas com um terapeuta famoso, acho que eu devia ter seguido a carreira de Psicóloga.
Até o próximo meus docinhos. Se precisar de ajuda, sabem onde me encontrar.





Todas as pessoas entrevistadas tiveram seus nomes resguardados.
Os gráficos possuem uma margem de erro pequena, qualquer problema, culpem o senhor Google Drive.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Decifrando o Rio de Janeiro – Praça Paris


A Praça Paris fica no bairro da Glória no Rio de Janeiro. Foi construída em 1926 com projeto do urbanista francês Alfred Agache, durante a gestão do prefeito Antônio Prado Júnior. Esse projeto reproduzia o traçado e a elegância de um jardim parisiense. A praça foi erguida sobre um aterro. No início, ia das avenidas Rio Branco e Beira Mar até a rua da Glória. Posteriormente, foi encurtada para dar lugar à praça Marechal Deodoro da Fonseca. Na época da construção do metrô, a praça foi completamente destruída. Ela foi restaurada e reinaugurada em 1992, quando foi cercada por grades, visando à sua preservação.
 (Fonte Wikipédia)


O Rio de Janeiro possui lugares mais incríveis do que a praia de Copacabana e o Cristo Redentor. As pessoas se apegam apenas nas belezas famosas e parece que esquece o encanto do restante da cidade. Por exemplo, estou no Rio de Janeiro há sete anos e hoje foi a primeira vez que fui na Praça Paris, aqui perto de casa.
Pesquisei fotos antigas da Praça Paris e fiquei apaixonada e saudosa por uma época que eu não vivi. Aliás, eu sou apaixonada pela elegância e sofisticação do passado. Seria perfeito uma fusão com a elegância do passado e a tecnologia do futuro.

Infelizmente as cidades grandes sofrem com o vandalismo. A Praça Paris, mesmo com grades altas e segurança, possui as marcas de vandalismo.
Sonho meu, ver os cidadãos preservando nosso patrimônio.

Fiquem com as fotos que tirei hoje.